Dentro dos riscos psicossociais, entendidos como riscos para a saúde física, mental e social, originados pelas condições de trabalho, fatores organizacionais e relacionais que podem interagir com o funcionamento mental e o bem-estar psicossocial dos trabalhadores, encontramos o conhecido como síndrome de burnout.
Em 1974, Freudenberger relacionou situações de ansiedade e depressão nos trabalhadores com um estado que denominou de burn-out (queimar até o fim), acarretando desilusão, absentismo laboral, condutas de evitamento e abandono. Curiosamente chamou inicialmente este quadro como “doença dos chefes”.
Podemos definir este quadro como uma resposta inadequada a um stresse emocional crónico. Os fatores favorecedores para o despoletar são a sobrecarga laboral (trabalho burocrático ou marginal), pressão no trabalho (exigência de rendimentos através dos resultados), baixa implicação laboral (escassa autonomia, pouca participação na organização, gestão e planificação), falta de apoio das chefias, características do próprio local de trabalho e da personalidade do trabalhador.
A sobrecarga e pressão laboral atinge a grande maioria dos trabalhadores em numerosas tarefas e postos de trabalho, pela competitividade, necessidade de baixar custos, organização laboral rígida e exigente que caracteriza muitas organizações.
Estes quadros caracterizam-se por exaustão emocional, despersonalização (atitudes e sentimentos de frieza e distanciamento) e diminuição da realização profissional, que pode aparecer nas pessoas que trabalham com o público em geral. Particularmente atingidos são, entre outros, o pessoal sanitário, os professores, os empregados em trabalhos burocráticos e de administração, os empregados de call-center. No atual contexto de pandemia o teletrabalho poderá constituir uma situação de risco.
Um recente estudo (em 2017) da Ordem dos Médicos, revelou que 66% dos médicos da amostra analisada mostram um nível elevado de exaustão emocional, que 39% apresentam um nível elevado de despersonalização dos doentes e que 30% revelam um índice elevado de diminuição da realização profissional.
Os sintomas podem variar desde uma atitude de indiferença, de mero cumprimento das obrigações, sem empenho emocional e afetivo, até quadros psiquiátricos complexos, com repercussão não só laboral como a nível social e familiar, com as consequências, por vezes graves, que dai advêm.
Será que a prevenção terciária (tratamento e reabilitação) é a única coisa a fazer? No fundo, este nível de intervenção sobre os riscos psicossociais pressupõe o fracasso da Medicina do Trabalho.
A melhor forma e a mais eficaz de prevenir este e outros quadros provocados pelo stresse laboral, seria a prevenção primária, que implica um nível de intervenção tendo como objetivo mudanças sociais, nas organizações e no “desenho” do trabalho.
Entretanto, a prevenção secundária, visando a deteção precoce, pelo médico do trabalho (nos exames periódicos ou ocasionais), das alterações associadas a estes quadros e a pronta intervenção tanto a nível do trabalhador como da organização, continua a ser a forma mais prática de prevenir a instauração de quadros clínicos por vezes de difícil tratamento.
Artigo por: Máximo Fernández Colón
Especialista em Medicina do Trabalho
Especialista em Psiquiatria com a subespecialidade de Psiquiatria Forense
Ácido Vanilmandelico
Suspender durante 5 dias antes, todos os medicamentos que contenham fenotiazinas, ácidos gentísico ou homogentísico, salicilatos, adrenalina, nitroglicerina, lítio, inibidores da monoamino oxidase e reserpina.
Os medicamentes que não possam ser interrompidos deverão ser comunicados ao laboratório.
Não comer nem beber durante o mesmo período: bananas, bolachas, chocolate, todo o tipo de sobremesas, alimentos com baunilha, castanhas, feijão, grão, queijo, bacalhau, caracóis, sardinhas, frutos cítricos, marisco, arenque, fígado de galinha, bebidas alcoólicas, bebidas com gás, café, chá e sumos de frutos.
Recolher a urina de 24 horas num frasco especial.
Não urinar diretamente para o recipiente, uma vez que contém ácido e pode haver risco de queimaduras.
Proceder à colheita de urina conforme descrito em urina temporizada.
Ácido 5-Indolacetico
Suspender durante 5 dias antes, todos os medicamentos que contenham lítio, inibidores da monoamino oxidade, metildopa, morfina e reserpina.
Os medicamentos que não possam ser interrompidos deverão ser comunicados ao laboratório.
Cinco dias antes da recolha da urina, não comer nem beber: bananas, ananás, abacate, cerejas, laranjas, beringelas, tomates, nozes, chocolate, queijo, chá, café, caramelos, bebidas espumantes e bebidas com gás.
Recolher a urina de 24 horas num frasco especial.
Não urinar diretamente para o recipiente, uma vez que contém ácido e pode haver risco de queimaduras.
Proceder à colheita de urina conforme descrito em urina temporizada.
Metanefrinas – Catecolaminas
Suspender durante 5 dias antes, todos os medicamentos que contenham sulfamidas, tetraciclinas, hipotensores, tranquilizantes, sedativos, inibidores da monoamino oxidase, levodopa, reserpina, adrenalina, teofilina e nitroglicerina.
Os medicamentos que não possam ser interrompidos deverão ser comunicados ao laboratório.
Não deve fumar. Não comer nem beber durante o mesmo período: bananas, ananás, laranjas, todo o tipo de sobremesas, caramelos, marmelada, gelados, chocolate, queijo, chá, bebidas com gás, café e bebidas alcoólicas.
Recolher a urina de 24 horas num frasco especial.
Não urinar diretamente para o recipiente, uma vez que contém ácido e pode haver risco de queimaduras.
Seguir as instruções referidas da urina temporizada.
Hidroxiprolina na Urina
Suspender durante 2 dias antes, toda a medicação.
Os medicamentos que não possam ser interrompidos deverão ser comunicados ao laboratório.
Não deve fumar. Não comer nem beber durante o mesmo período: carne, aves, peixe, marisco, conservas, molhos, lentilhas, grão-de-bico, favas, frutos secos, doces, gelados, bebidas frescas e licores.
Recolher a urina de 24 horas no frasco fornecido pelo laboratório.
Seguir as instruções referidas da urina temporizada.
Urina Temporizada
(urina de 24h, urina de 12h e urina de 3h)
Esvazie completamente a bexiga marcando a hora exata em que terminou de urinar.
Daí em diante, sempre que urinar, faça-o para o recipiente que lhe fornecemos sem perder qualquer quantidade de urina.
No dia seguinte, à mesma hora em que iniciou a recolha, esvazie pela última vez a bexiga para o recipiente, sem verter qualquer quantidade de urina e envie o mais rápido possível para o laboratório.
Se estiver a tomar medicamentos, anote o nome e avise a pessoa que o atender.
Precauções a ter em consideração:
As senhoras não devem colher as urinas durante o período menstrual.
Levar para o laboratório os frascos devidamente identificados.
Não começar a colheita aos sábados ou vésperas de feriados.
Manter o frasco no frigorífico ou num lugar fresco ao abrigo da luz.
Entregar a urina até às 16:00 horas.
Urina Assética
Recolher sempre a primeira urina da manhã, salvo indicações contrárias do médico.
Lavar a zona génito-urinária com água e sabão.
Limpar bem com uma toalha lavada e passada a ferro.
Rejeitar o 1º jato da urina.
Recolher a restante urina diretamente para o frasco esterilizado.
Abrir o frasco somente na altura de urinar, fechando-o de imediato.
Enviar o frasco de imediato para o laboratório.
Na eventualidade de estar a tomar antibiótico só deve fazer a recolha de urina após a finalização da terapêutica.
Tratamento Hipocoagulante Oral
O que são anticoagulantes orais?
Os anticoagulantes são medicamentos que tornam o sangue mais fluído, aliviando a atividade do coração.
Porque tenho que fazer regularmente uma análise clínica?
A análise Tempo de Protrombina (INR) é muito importante porque ajuda o seu médico/laboratório a estabelecer a dose de medicamento mais indicada à sua situação clínica, ou a alterá-la se necessário. Quando se inicia o tratamento, poderá ter que fazer análises mais frequentes. Quando se acerta a dose necessária, as análises passam a ser mais espaçadas (de 15 em 15 dias ou uma vez por mês).
A que horas devo tomar a medicação?
Tome o seu medicamento sempre à mesma hora, de acordo com as indicações do seu médico/laboratório.
O que devo fazer?
. Tome o anticoagulante exatamente como o seu médico/laboratório lhe indicou.
. Faça sempre as colheitas de sangue na data indicada a fim de ajustar a dose do medicamento. Não falte às consultas periódicas.
. Comunique ao médico/laboratório as alterações de dose e medicamentos introduzidos pela primeira vez. Não comece a tomar qualquer outro tipo de medicamento sem falar com o seu médico/laboratório, porque muitos interferem com a medicação que está a fazer.
. Mantenha estáveis os seus hábitos alimentares e a atividade física.
. Nunca deixe os medicamentos anticoagulantes ao alcance de crianças.
. Comunique que está a tomar anticoagulantes orais a qualquer outro médico e ao laboratório, enfermeiro ou Serviço de Saúde a que recorra.
. Ande sempre acompanhado da sua Folha de Controle.
O que devo fazer se me esquecer de uma dose?
Não deve tomar comprimidos a mais quando se esquece de uma dose, se o fizer não deve juntá-lo à do dia seguinte. Se não passar muito tempo da hora indicada pode ainda tomá-lo. Em caso de dúvida contacte o seu médico/laboratório.
O que fazer se tiver que extrair um dente ou pequena cirurgia?
Deve avisar o seu médico/laboratório com antecedência, porque estas situações obrigam a uma alteração no tratamento anticoagulante para evitar o risco de hemorragia.
O que fazer se engravidar ou suspeitar que está grávida?
Não tome o anticoagulante oral e comunique de imediato com o seu médico/laboratório.
O que fazer se quiser praticar desporto?
Aconselhe-se com o seu médico/laboratório porque há desportos que acarretam risco de quedas ou lesões graves.
Devo evitar certos tipos de alimentos ou bebidas?
Não há restrições alimentares, no entanto deve manter uma dieta equilibrada.
DEVERÁ EVITAR A EXPOSIÇÃO A PRODUTOS QUÍMICOS TAIS COMO: INSETICIDAS, TINTAS, VERNIZES, ETC., POIS PODEM AUMENTAR MUITO O EFEITO DOS ANTICOAGULANTES.
Contacte de imediato o seu médico/laboratório ou recorra ao Hospital se:
. Der uma queda grave;
. Fizer um ferimento cuja hemorragia não pára;
. Sangrar demasiado pelas gengivas quando lava os dentes;
. Notar escurecimento ou a presença de sangue na urina ou fezes;
. Notar o aparecimento de esquimoses (nódoas negras) ou papos (hematomas) sem causa aparente;
. Sangrar fora do período menstrual;
. Sangrar mais do que o habitual durante o período menstrual;
. Notar o aparecimento de sangue na expetoração;
. Tiver vómitos com sangue;
. Tiver dores;
. Tiver edemas;
. Tiver vertigens;
. Tiver dificuldade em respirar;
. Se se sentir cansado ou mais cansado do que o habitual.
Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP)
A HBP é uma patologia ligada ao envelhecimento. Embora geralmente não coloque a vida em risco, manifesta-se através de um conjunto de alterações que reduzem em muito a qualidade de vida dos doentes.
A partir dos 45-50 anos os homens podem começar a sentir sintomas de esvaziamento (resultam da obstrução da via urinária pelo aumento do volume da próstata) como atraso no início da micção, esforço para urinar, intermitência, diminuição da força e calibre do jato miccional, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga ou mesmo retenção urinária. Os sintomas de armazenamento (resultam do aumento do tónus e contratilidade do músculo da bexiga), acontecem com resposta à barragem provocada pela próstata. Esses sintomas consistem no aumento da frequência miccional (diurna e noturna), a incontinência, a urgência miccional e a dor ao urinar. A presença destas queixas deve motivar a procura da ajuda especializada de um Urologista pois existe um variado número de doenças que se apresentam com estes mesmos sintomas e é fundamental chegar a uma conclusão acertada.
Na consulta, o doente irá ser avaliado e serão solicitados vários exames para chegar a um diagnóstico definitivo. Fazem parte destes exames complementares umas análises de sangue e urina para avaliação da função renal (ureia e creatinina), despiste de cancro da próstata (PSA) e exclusão de infeção urinária (urina II e urocultura). A ecografia aos rins, bexiga e próstata e a urofluxometria fornecem igualmente informações importantes e úteis na decisão da orientação terapêutica.
O tratamento varia de acordo com a intensidade e severidade dos sintomas e vão desde a vigilância à cirurgia passando pela medicação.
A tendência da evolução da HBP não tratada é no sentido dum agravamento lento mas progressivo dos sintomas e da perturbação de induzem na qualidade de vida do homem.
Existem apenas 2 fatores de risco reconhecidamente associado com o desenvolvimento e progressão da HBP: a idade e a ação da testosterona. Não sendo possível atuar sobre qualquer um deste fatores, a avaliação e tratamento precoce á única forma de amenizar e prevenir sintomas e futuras complicações.
Cuide de si e da sua saúde. Pare para “ouvir” o seu corpo. Se tem sintomas não deixe de procurar a ajuda de um Urologista.
Artigo por: Paulo Espiridião
Burnout – Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho
Dentro dos riscos psicossociais, entendidos como riscos para a saúde física, mental e social, originados pelas condições de trabalho, fatores organizacionais e relacionais que podem interagir com o funcionamento mental e o bem-estar psicossocial dos trabalhadores, encontramos o conhecido como síndrome de burnout.
Em 1974, Freudenberger relacionou situações de ansiedade e depressão nos trabalhadores com um estado que denominou de burn-out (queimar até o fim), acarretando desilusão, absentismo laboral, condutas de evitamento e abandono. Curiosamente chamou inicialmente este quadro como “doença dos chefes”.
Podemos definir este quadro como uma resposta inadequada a um stresse emocional crónico. Os fatores favorecedores para o despoletar são a sobrecarga laboral (trabalho burocrático ou marginal), pressão no trabalho (exigência de rendimentos através dos resultados), baixa implicação laboral (escassa autonomia, pouca participação na organização, gestão e planificação), falta de apoio das chefias, características do próprio local de trabalho e da personalidade do trabalhador.
A sobrecarga e pressão laboral atinge a grande maioria dos trabalhadores em numerosas tarefas e postos de trabalho, pela competitividade, necessidade de baixar custos, organização laboral rígida e exigente que caracteriza muitas organizações.
Estes quadros caracterizam-se por exaustão emocional, despersonalização (atitudes e sentimentos de frieza e distanciamento) e diminuição da realização profissional, que pode aparecer nas pessoas que trabalham com o público em geral. Particularmente atingidos são, entre outros, o pessoal sanitário, os professores, os empregados em trabalhos burocráticos e de administração, os empregados de call-center. No atual contexto de pandemia o teletrabalho poderá constituir uma situação de risco.
Um recente estudo (em 2017) da Ordem dos Médicos, revelou que 66% dos médicos da amostra analisada mostram um nível elevado de exaustão emocional, que 39% apresentam um nível elevado de despersonalização dos doentes e que 30% revelam um índice elevado de diminuição da realização profissional.
Os sintomas podem variar desde uma atitude de indiferença, de mero cumprimento das obrigações, sem empenho emocional e afetivo, até quadros psiquiátricos complexos, com repercussão não só laboral como a nível social e familiar, com as consequências, por vezes graves, que dai advêm.
Será que a prevenção terciária (tratamento e reabilitação) é a única coisa a fazer? No fundo, este nível de intervenção sobre os riscos psicossociais pressupõe o fracasso da Medicina do Trabalho.
A melhor forma e a mais eficaz de prevenir este e outros quadros provocados pelo stresse laboral, seria a prevenção primária, que implica um nível de intervenção tendo como objetivo mudanças sociais, nas organizações e no “desenho” do trabalho.
Entretanto, a prevenção secundária, visando a deteção precoce, pelo médico do trabalho (nos exames periódicos ou ocasionais), das alterações associadas a estes quadros e a pronta intervenção tanto a nível do trabalhador como da organização, continua a ser a forma mais prática de prevenir a instauração de quadros clínicos por vezes de difícil tratamento.
Artigo por: Máximo Fernández Colón
Especialista em Medicina do Trabalho
Especialista em Psiquiatria com a subespecialidade de Psiquiatria Forense
Patologia dos Seios Perinasais (Sinusite)
A sinusite é a inflamação da mucosa de um ou mais seios perinasais, que provoca sintomatologia como dor de cabeça, pressão facial, obstrução nasal (nariz entupido), e redução ou ausência de cheiro, entre outros.
Os seios perinasais são cavidades aéreas localizadas no esqueleto facial ao lado das fossas nasais e revestidos por uma mucosa idêntica à do restante aparelho respiratório. Os seios perinasais organizam-se em seios frontais, maxilares, etmoidais e esfenoidais. As fossas nasais têm a função de filtrar, humedecer e aquecer o ar que é inspirado para os pulmões, favorecendo assim as trocas gasosas. Quando essas funções estão comprometidas por um processo de rinite ou sinusite, isto impacta consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes.
Em termos de duração, as sinusites podem ser divididas em aguda ou crónica.
O termo sinusite aguda é aplicado quando os sintomas têm uma duração inferior a 4 semanas.
O conceito de sinusite aguda recorrente é referido sempre que ocorram 4 ou mais episódios por ano, com 7 a 10 dias de duração.
O sinusite crónica aplica-se quando a perturbação inflamatória ou infeciosa dos seios perinasais dura mais do que 12 semanas, ou seja, quando é persistente no tempo.
Na sinusite crónica, ao contrário da sinusite/rinosinusite aguda, o processo inflamatório pode estar apenas confinado aos seios perinasais sem envolvimento da mucosa nasal.
Na fase mais intensa, os sintomas de sinusite são os seguintes:
As causas da sinusite podem ser de origem vírica (mais frequentes), bacteriana ou fúngica, sendo que esta última etiologia é a mais rara.
Na criança, a sinusite também é frequente e inicia-se geralmente por um processo de infeção viral das vias aéreas superiores que posteriormente evolui para uma infeção bacteriana. Em idade pediátrica, as adenóides contribuem para o aparecimento de rinosinusites agudas ao funcionarem com um reservatório bacteriano.
O diagnóstico de sinusite/rinosinusite deve ser efetuado pelo médico otorrinolaringologista (ORL), levando em consideração os seguintes aspetos:
Nos primeiros 3 a 5 dias da doença, a causa mais frequente é a origem vírica, pelo que o tratamento recomendado consiste em:
Ao fim de 5 dias de persistência dos sintomas ou em casos iniciais severos, situação em que estará em causa uma provável sinusite bacteriana, o tratamento, após avaliação médica, deve iniciar-se de imediato, tendo como objetivo de erradicar a bactéria, diminuir a duração dos sintomas, prevenir complicações e impedir a evolução para um processo crónico. Na maior parte desses casos, o recurso a antibiótico é inevitável.
Em casos crónicos, ou quando a sinusite é muito recidivante, pode colocar-se a opção de cirurgia para resolver os aspetos anatómicos que podem estar a agravar o quadro clínico.